Chatbot de atendimento

Quantas mensagens a sua empresa deixou sem resposta ontem?

O cliente manda no WhatsApp, no direct e pelo site. Cada um cai num lugar diferente, no celular de uma pessoa diferente — e o que não é respondido em minutos costuma virar venda de outro.

WhatsApp, redes e site
Tudo numa tela só
Responde fora do horário
Vários atendentes
Atendente de headset num balcão de recepção moderno e limpo de clínica, com a sala de espera iluminada ao fundo
O que ele resolve

O problema não é falta de gente. É mensagem espalhada

Na maioria das empresas o atendimento não está lento por falta de atendente: está espalhado. Uma conversa no celular da recepção, outra no computador do comercial, outra que ninguém viu. Reunir tudo num lugar só já resolve metade — e o robô cuida do começo repetitivo.

Uma caixa de entradaWhatsApp, Instagram, Facebook e o site da sua empresa chegam na mesma tela, com histórico de quem já falou antes.
O robô no começoEle resolve o que se repete — horário, endereço, status, agendamento — e passa para uma pessoa o que exige gente.
Nada se perdeConversa tem dono, fila e registro. Some o “achei que você tinha respondido”, que é a origem da maioria das reclamações.
Onde ele se paga

Quatro usos que devolvem tempo no primeiro mês

O ganho não é de TI: é de faturamento e de agenda cheia.

Agendamento e confirmação

Marcar, confirmar e lembrar. Confirmação automática é o que mais reduz falta na agenda.

As perguntas de sempre

Horário, endereço, convênio, forma de pagamento. É a maior parte do volume e a que menos precisa de gente.

Recebimento de documento

Cliente envia o documento pelo canal que já usa, e ele chega organizado, com nome e data.

Fora do expediente

Quem escreve às dez da noite recebe resposta e entra na fila da manhã — em vez de procurar outro.

Como fazemos

Do fluxo no papel ao atendimento no ar

Robô mal desenhado irrita mais que ausência de atendimento. Por isso o desenho vem antes da tecnologia.

1. As perguntas reais

Levantamos o que de fato perguntam à sua empresa, na ordem e com as palavras que os clientes usam.

2. O fluxo e a saída

O caminho de cada conversa e — o mais importante — como falar com uma pessoa a qualquer momento. Beco sem saída é o que faz o cliente desistir.

3. Canais ligados

WhatsApp, Instagram, Facebook e o site conectados à mesma plataforma, com os atendentes e as filas configurados.

4. Ajuste com o uso

Nas primeiras semanas aparecem perguntas que ninguém previu. O fluxo é ajustado com base no que chegou, não no que se imaginou.

Em clínica e laboratório o robô organiza agendamento e informação administrativa. Ele não dá, e não deve dar, qualquer orientação clínica.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar sobre chatbot

O cliente não fica irritado falando com robô?

Fica quando não consegue sair dele. Por isso o desenho começa pela saída: em qualquer ponto da conversa dá para pedir atendimento humano, e a mensagem entra na fila com todo o histórico. Bem feito, o robô resolve na hora o que a pessoa levaria vinte minutos esperando.

Preciso trocar o meu número de WhatsApp?

Não necessariamente, e essa decisão merece conversa antes de qualquer configuração — envolve como o número está cadastrado hoje e quem o usa. É um dos primeiros pontos que levantamos, justamente para não haver surpresa no meio da implantação.

Vários atendentes podem usar ao mesmo tempo?

Sim, e é um dos maiores ganhos. Em vez de um celular passando de mão em mão, cada atendente tem o seu acesso, a conversa tem dono e o histórico fica com a empresa — não no aparelho de quem atendeu. Quando alguém sai, o atendimento continua.

Ele se integra ao sistema que eu já uso?

Em muitos casos sim, e isso é avaliado caso a caso, porque depende do que o seu sistema permite. O levantamento verifica isso antes da proposta: prometer integração sem conferir é o caminho mais rápido para uma implantação travada no meio.

Quanto tempo a sua empresa leva para responder uma mensagem?

A gente mede o seu atendimento hoje e mostra onde o tempo está sendo perdido.