Agendamento e confirmação
Marcar, confirmar e lembrar. Confirmação automática é o que mais reduz falta na agenda.
O cliente manda no WhatsApp, no direct e pelo site. Cada um cai num lugar diferente, no celular de uma pessoa diferente — e o que não é respondido em minutos costuma virar venda de outro.
Na maioria das empresas o atendimento não está lento por falta de atendente: está espalhado. Uma conversa no celular da recepção, outra no computador do comercial, outra que ninguém viu. Reunir tudo num lugar só já resolve metade — e o robô cuida do começo repetitivo.
O ganho não é de TI: é de faturamento e de agenda cheia.
Marcar, confirmar e lembrar. Confirmação automática é o que mais reduz falta na agenda.
Horário, endereço, convênio, forma de pagamento. É a maior parte do volume e a que menos precisa de gente.
Cliente envia o documento pelo canal que já usa, e ele chega organizado, com nome e data.
Quem escreve às dez da noite recebe resposta e entra na fila da manhã — em vez de procurar outro.
Robô mal desenhado irrita mais que ausência de atendimento. Por isso o desenho vem antes da tecnologia.
Levantamos o que de fato perguntam à sua empresa, na ordem e com as palavras que os clientes usam.
O caminho de cada conversa e — o mais importante — como falar com uma pessoa a qualquer momento. Beco sem saída é o que faz o cliente desistir.
WhatsApp, Instagram, Facebook e o site conectados à mesma plataforma, com os atendentes e as filas configurados.
Nas primeiras semanas aparecem perguntas que ninguém previu. O fluxo é ajustado com base no que chegou, não no que se imaginou.
Em clínica e laboratório o robô organiza agendamento e informação administrativa. Ele não dá, e não deve dar, qualquer orientação clínica.
Fica quando não consegue sair dele. Por isso o desenho começa pela saída: em qualquer ponto da conversa dá para pedir atendimento humano, e a mensagem entra na fila com todo o histórico. Bem feito, o robô resolve na hora o que a pessoa levaria vinte minutos esperando.
Não necessariamente, e essa decisão merece conversa antes de qualquer configuração — envolve como o número está cadastrado hoje e quem o usa. É um dos primeiros pontos que levantamos, justamente para não haver surpresa no meio da implantação.
Sim, e é um dos maiores ganhos. Em vez de um celular passando de mão em mão, cada atendente tem o seu acesso, a conversa tem dono e o histórico fica com a empresa — não no aparelho de quem atendeu. Quando alguém sai, o atendimento continua.
Em muitos casos sim, e isso é avaliado caso a caso, porque depende do que o seu sistema permite. O levantamento verifica isso antes da proposta: prometer integração sem conferir é o caminho mais rápido para uma implantação travada no meio.
A gente mede o seu atendimento hoje e mostra onde o tempo está sendo perdido.