Nuvem privada

O servidor da sua empresa fora da sua sala — e fora de risco

Enquanto o servidor vive num armário do escritório, ele depende do ar-condicionado, da energia e da porta que alguém esqueceu aberta. Levamos a sua operação para um data center Tier III e cuidamos dela todo dia.

Data center Tier III
Servidores redundantes
Monitorado 24 horas
Ambiente só seu
Corredor central de data center com fileiras simétricas de racks fechados de porta de vidro dos dois lados e piso elevado reflexivo
O que muda na prática

Nuvem privada não é a mesma coisa que “a nuvem”

Numa nuvem pública comum, a sua empresa divide o mesmo bolo com milhares de outras e recebe uma fatia padronizada. Na nuvem privada, o ambiente é desenhado para a sua operação: o tamanho, o desempenho e as regras de acesso são seus. E há alguém com nome e telefone responsável por ele.

Duas palavras explicam por que isso custa mais do que alugar um servidor qualquer, e valem a explicação. Alta disponibilidade é ter mais de uma máquina pronta para o mesmo trabalho: se uma falha, a outra assume e o seu sistema continua atendendo — o avião com dois motores, não o carro com estepe. Redundância é a mesma ideia aplicada a tudo o que sustenta a máquina: energia, refrigeração, link e disco. É por isso que o ambiente vive num data center Tier III, o padrão que permite fazer manutenção sem desligar nada. Junte a virtualização, que deixa crescer memória e disco sem trocar hardware, e o resultado tem nome comercial: continuidade — a sua operação não para para a nossa manutenção acontecer.

Tier IIIO padrão de data center que permite fazer manutenção sem desligar nada — como um prédio onde dá para trocar o gerador com a luz de todo mundo acesa.
Alta disponibilidadeMais de um servidor sustentando o mesmo sistema. Um falha, o outro continua — como um avião de dois motores.
Crescimento planejadoMemória, processamento e espaço aumentam quando a operação cresce, sem trocar o equipamento inteiro a cada dois anos.
Onde isso resolve de verdade

Quem mais sente a diferença

Operações em que uma manhã parada não é inconveniente: é prejuízo, prazo perdido ou paciente esperando.

Clínicas e hospitais

Prontuário eletrônico não pode parar. Se para, a recepção para e o médico fica sem o histórico do paciente.

Contabilidade

Na semana do fechamento, um dia de sistema fora custa multa e cliente. O prazo fiscal não negocia.

Advocacia

Processo eletrônico e acervo antigo que precisa continuar acessível — às vezes por décadas.

Indústria e varejo

Sistema de gestão, emissão fiscal e integração com a operação, sem depender de um computador na sala da diretoria.

Como fazemos

Do armário ao data center, sem parar a operação

Migração é um projeto, não um domingo à noite improvisado. O método é o mesmo em toda migração que fazemos.

1. Levantamento

O que existe hoje, quanto consome de verdade e o que depende de quê. Muita coisa que parece essencial não é — e muita coisa esquecida é.

2. Desenho

O ambiente é dimensionado para a sua operação, com o custo na mesa antes de qualquer compra. Aqui não existe pacote de prateleira.

3. Migração ensaiada

Primeiro em cópia, para medir o que dá errado sem ninguém sentir. Só depois a virada, com hora marcada e caminho de volta pronto.

4. Operação

Monitoramento contínuo, cópia de segurança testada e alguém de plantão. A migração termina; o cuidado não.

Migrar para a nuvem não elimina o risco — reduz. O que some é o risco de depender de um único equipamento, de uma única sala e de uma única pessoa que sabe como aquilo funciona.

Prova

Ambiente crítico, operando

No SISAC, ambiente hospitalar onde parar não é opção, operamos o cluster de banco de dados com verificação contínua e a cadeia de cópias é restaurada e conferida — não basta a cópia existir.

Perguntas frequentes

O que costumam nos perguntar sobre nuvem privada

Onde exatamente ficam os meus dados?

Em data center Tier III da Ascenty, unidade Fortaleza, no Ceará — um dos maiores da América Latina e o primeiro do Nordeste com certificação Tier III do Uptime Institute. Os seus servidores ficam lá, e não na sua sala: infraestrutura bem feita não exige que a gente esteja no mesmo prédio que você.

Qual a diferença entre isso e contratar uma nuvem pública?

Na nuvem pública você compra uma fatia padronizada e configura sozinho. Na nuvem privada o ambiente é desenhado para a sua operação e operado por nós: dimensionamento, segurança, cópia de segurança e monitoramento vêm juntos. Quando algo quebra às três da manhã, existe alguém acordado olhando — e esse alguém já conhece o seu ambiente.

E se a internet da minha empresa cair? Perco acesso a tudo?

É a pergunta certa, e a resposta honesta é que o acesso depende de conexão. Por isso o projeto trata disso: link redundante de operadoras diferentes, e a definição de quais sistemas precisam continuar funcionando localmente mesmo sem internet. Isso se decide no desenho, não depois.

Quanto tempo demora para migrar?

Depende do tamanho e de quantos sistemas conversam entre si. Um ambiente pequeno costuma sair em poucas semanas; um ambiente com banco de dados grande e integrações leva mais. O que não muda é o método: ensaio em cópia antes da virada, e caminho de volta pronto.

Preciso trocar os meus sistemas?

Na maioria dos casos, não. O que muda é onde eles rodam, não quais são. Sistemas muito antigos às vezes exigem cuidado extra — e isso aparece no levantamento, antes de qualquer proposta, para não virar surpresa no meio da migração.

O seu servidor aguenta o próximo verão?

A gente olha o que você tem hoje e diz, em uma conversa de quinze minutos, se vale mover — e o que muda no custo.